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Atualizado às: 18 de novembro, 2005 - 23h16 GMT (21h16 Brasília)
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Ouro se aproxima de seu preço mais alto em 18 anos
Barra de ouros com moedas e jóias.
Inflação nos EUA e maior demanda estão criando novo boom por ouro
O ouro foi negociado nesta sexta-feira em Nova York próximo de seu preço mais alto em 18 anos, embora tenha terminado o dia em ligeira baixa em relação à quinta-feira.

Na Bolsa de Nova York, a onça troy do metal (31,1 gramas) fechou o mercado em US$ 485,60, quase o dobro dos US$ 255 cotados em 2001, quando o preço caiu para seu patamar mais baixo em 25 anos.

Analistas projetam que o preço do ouro deve continuar subindo e alcançar o patamar de US$ 500 a onça até o Natal, podendo aumentar ainda mais.

A notícia de que a Rússia pode dobrar suas reservas do metal foi um dos fatores que aqueceu os negócios com ouro em Nova York.

Preocupações com inflação

Porém, o valor do ouro vem crescendo substancialmente por conta do aumento na demanda por jóias e por preocupações de que uma alta na inflação dos Estados Unidos erodirá o valor de ações e bônus.

Desde 2001, o dólar vem perdendo força e temores sobre a saúde da economia americana a longo prazo têm crescido, alimentados pelos crescentes déficits fiscal e comercial no país. Ao mesmo tempo o ouro vem se recuperando significativamente.

O ouro é tradicionalmente visto como um porto seguro contra inflação alta.

“Os fundos querem diversificar suas carteiras e estão comprando commodities porque elas são vistas como tendo potencial para melhores retornos”, disse à agência Reuters o analista Peter Hillyard, diretor de vendas de metais do banco de investimentos ANZ.

Demanda forte

Na quinta-feira, o Conselho Mundial do Ouro, organização apoiada pela indústria, divulgou relatório apontando que a demanda global pelo metal cresceu 7%, para 833 toneladas, no terceiro trimestre, em comparação com igual período do ano anterior.

Contribui para aquecer o mercado do metal o estrangulamento no lado da oferta. Analistas dizem que as companhias mineradoras enfrentam custos de produção crescentes e dificuldade para descobrir novas reservas do metal.

Enquanto isso, vários bancos centrais, incluindo o russo, têm indicado que podem aumentar suas reservas de ouro e reduzir as de dólar.

A Rússia possui hoje cerca de 500 toneladas de ouro em suas reservas e qualquer plano para dobrá-las adicionaria mais uma fonte de pressão altista sobre os mercados globais, disseram analistas.

“Aumentar em 500 toneladas equivale a quase três meses de produção global ou perto de três anos de produção russa”, disse Martin Potts, analista de metais da Teather e Grenwood, uma corretora de ações.

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