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OMC irá analisar queixas contra Boeing e Airbus | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Organização Mundial do Comércio (OMC) concordou com a abertura de dois painéis para investigar a troca de acusações entre Estados Unidos e União Européia sobre os subsídios à produção de aviões pelas empresas Boeing, americana, e Airbus, européia. Os dois lados se acusam mutuamente de receber subsídios, mas dizem atuar dentro das regras do comércio internacional. Os painéis de especialistas vão investigar as duas empresas separadamente. O governo americano diz que a Airbus recebe financiamentos irregulares da União Européia. Já os europeus dizem que o governo americano concede subsídios à Boeing por meio de vantagens fiscais e contratos militares. Caso complicado O caso pode ser o mais caro e complicado nos dez anos de existência da OMC. Os Estados Unidos entraram com a reclamação na OMC em outubro do ano passado, provocando uma queixa semelhante da União Européia. A principal crítica da Boeing é em relação à suposta a ajuda dos governos europeus ao desenvolvimento do superjumbo A380, da Airbus. A Airbus vem crescendo nos últimos anos e ameaçando a liderança da Boeing, a maior exportadora americana. No último Paris Air Show, a empresa, um consórcio europeu com produção em quatro países, anunciou que havia recebido mais encomendas do que a concorrente americana. A Boeing também está desenvolvendo um avião para concorrer com o A380, chamado de Dreamliner. |
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