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FMI libera empréstimos para países do Tsunami | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O FMI (Fundo Monetário Internacional) aprovou a liberação de empréstimos emergenciais para o Sri Lanka e as Ilhas Maldivas para ajudar os dois países a se recuperar dos danos causados pelo tsunami, em dezembro passado. Em anúncios independentes, o Fundo disse que vai emprestar US$ 157,5 milhões ao Sri Lanka e US$ 6,3 milhões às Maldivas. De acordo com a agência de notícias Reuters, o FMI estimou que a substituição da infra-estrutura cingalesa deve custar entre US$ 1,5 bilhão e US$ 1,6 bilhão, ou cerca de 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. No caso das Ilhas Maldivas, a proporção seria equivalente à metade de tudo que o arquipélago produz. A instituição vai emprestar o dinheiro a uma taxa de juros subsidiada e os dois países devem devolvê-lo em cinco anos. O governo do Sri Lanka disse que recebeu apenas uma pequena parcela do US$ 1 bilhão prometido em ajuda internacional logo após o desastre. Cerca de 31 mil pessoas morreram e cerca de um milhão ficaram desabrigadas no país asiático por causa das ondas gigantes detonadas pelo terremoto no Oceano Índico. Segundo a agência Reuters, o FMI disse, no entanto, que, apesar do impacto humano, os centros comerciais do Sri Lanka foram pouco afetados e que, por causa dos esforços de reconstrução, a projeção de crescimento do país para este ano não deve ser comprometida. |
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