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Crescimento na Alemanha em 2004 é maior em 4 anos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O crescimento da economia da Alemanha, a maior da Europa, foi o mais alto dos últimos quatro anos em 2004. O Produto Interno Bruto (PIB) alemão cresceu 1,7% no ano passado, estimulado pelo desempenho das exportações, segundo o departamento oficial de estatísticas da Alemanha. A economia alemã tinha encolhido em 2003. As exportações da Alemanha aumentaram 8,2% no ano passado, enquanto o consumo privado doméstico caiu 0,3%. Juros Apesar do desempenho em 2004, ainda há preocupações com a economia alemã, considerada "a locomotiva da Europa". Entre elas, a valorização do euro, a fraca demanda doméstica e um mercado de trabalho estagnado. Nesta quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) manteve inalteradas as taxas básicas de juros para a zona do euro. As taxas estão em 2% ao ano. Este foi o 19º mês seguido em que o BCE não altera os custos do dinheiro nos 12 países da moeda única. Economistas prevêem ser improvável um aumento dos juros na zona do euro, pelo menos até o segundo semestre de 2005. Predominam as previsões de que o crescimento da região deve se desacelerar e não se recuperar. Reformas da Previdência "Em 2004, nós nos beneficiamos do fato de que a economia mundial estava forte", disse Stefan Schilbe, analista alemão do HSBC Trinkaus & Burkhardt. "Se as exportações fraquejarem e a demanda doméstica continuar medíocre, não podemos esperar muito de 2005." Muitos consumidores alemães ficaram assustados e abalados pelas tentativas do governo de introduzir reformas na Previdência e no Estado do Bem-Estar Social e nas regras corporativas. Grandes empresas, entre elas Volkswagen, DaimlerChrysler e Siemens, passaram boa parte de 2004 em duras negociações com os sindicatos dos trabalhadores alemães sobre cortes de custos e de empregos. |
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