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Asiáticos anunciam maior zona de livre comércio | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A China e a Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) chegaram a um acordo para a redução de tarifas comerciais a partir de 2005 e a eliminação total das taxas até 2010, de acordo com o Ministério do Comércio chinês. O comunicado das autoridades chinesas afirma que o acordo para a criação da "maior zona de livre comércio do mundo" deve ser assinado em novembro, durante um encontro de líderes da China e dos dez membros do bloco do Sudeste Asiático. Segundo o Ministério do Comércio da China, a nova área de livre comércio terá uma população de quase 2 bilhões de pessoas e um PIB combinado de US$ 2 trilhões em 2010. O comércio entre a China e os países da Asean atingiu um recorde em 2003 (US$ 78,25 bilhões), com uma alta de 42,8% em relação ao ano anterior, de acordo com estatísticas do governo chinês. Os países que formam a Asean são Brunei, Camboja, Laos, Vietnã, Indonésia, Filipinas, Cingapura, Mianmar, Malásia e Tailândia. O bloco do Sudeste Asiático é o quinto maior parceiro comercial da China e responde por 11% do total do comércio exterior chinês. A China também negocia a possibilidade de um acordo de livre comércio com a Austrália após a conclusão de um estudo de viabilidade que deve terminar em março do ano que vem. Para fechar os acordos, a China exige que os "novos sócios" reconheçam a economia do país como uma economia de mercado. |
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