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Estúdios MGM anunciam fusão com a Sony | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Metro Goldwyn Mayer, ou MGM, anunciou nesta segunda-feira ter aceitado uma oferta de fusão com um consórcio liderado pela japonesa Sony. A MGM é o último grande estúdio de cinema independente dos Estados Unidos. A oferta da Sony pelo estúdio teria sido de aproximadamente US$ 5 bilhões, sendo cerca da metade disso em dinheiro e o resto correspondente ao valor assumido em dívidas da empresa. O negócio vai dar à Sony acesso aos arquivos da MGM – uma grande fonte de divisas, já que muitos filmes antigos estão sendo relançados em DVD. Entre os clássicos produzidos pelos estúdios no passado estão Ben Hur, E o Vento Levou e O Mágico de Oz, além dos filmes com o agente 007. Outra fusão “A diretoria da MGM deve recomendar a fusão proposta na próxima reunião do conselho da empresa, em 27 de setembro”, diz uma declaração divulgada pelo estúdio. Outra grande corporação, a Time Warner, vinha também tentando comprar a MGM, mas se retirou da disputa dizendo não ter conseguido chegar a um acordo sobre o pagamento. No negócio, a Sony teria aceitado pagar US$ 12 por ação da Sony, gastando US$ 2,93 bilhões, e assumir uma dívida de US$ 2 bilhões. A corporação japonesa também ofereceu um depósito de segurança de US$ 150 milhões. A MGM foi fundada na era de ouro de Hollywood, em 1924, depois de uma fusão entre a Metro Pictures Corporation, a Goldwyn Pictures e a Louis B. Mayer Productions. |
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