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Resultado na Venezuela derruba preço do petróleo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O preço do petróleo no mercado internacional deu sinais de recuo após o anúncio de resultados parciais que sugerem a vitória do presidente Hugo Chávez no referendo sobre o seu mandato na Venezuela. Preocupações sobre o futuro político venezuelano e o aumento da violência dos combates entre americanos e xiitas no Iraque levaram o valor do produto às alturas na semana passada, beirando os US$ 47 em Nova York. Na abertura do pregão em Londres nesta segunda-feira, o preço caiu imediatamente 43 centavos, sendo negociado a US$ 43,45. No discurso da vitória, Chávez se apressou em tranqüilizar os mercados. "Aos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), ratifico que meu governo garante a estabilidade do mercado mundial de petróleo e a integração da Opep para defender os interesses de nosso povo", disse Chávez. Os negociadores acompanham de perto os eventos na Venezuela, quinto maior exportador do produto no mundo, responsável pelo fornecimento de 15% do petróleo importado pelos Estados Unidos. As pressões sobre o valor do produto também foram aliviadas por declarações dadas a um jornal do Kuwait pelo príncipe Abdullah, herdeiro do trono e governante de fato da Árabia Saudia. Ele disse que seu país gostaria de ver os preços do petróleo estabilizado na faixa de US$ 25 e US$ 30, e que os sauditas vão "extrair o máximo que os campos permitirem" para conter o superaquecimento do mercado. |
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