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Atualizado às: 20 de abril, 2004 - 10h46 GMT (07h46 Brasília)
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Árabia Saudita nega acordo para favorecer reeleição de Bush
Capa do livro de Bob Woodward
Alegação sobre 'acordo secreto' surgiu com lançamento de livro
A Árabia Saudita negou a alegação de que o país teria chegado a um acordo secreto com o governo americano para derrubar o preço do petróleo durante a campanha para as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

"Nós não usamos petróleo com objetivos políticos. É um produto muito importante, e seu impacto na economia global é tremendo", disse Adel Al-Jubeir, assessor de assuntos internacionais do príncipe Abdullah, herdeiro do trono saudita. "A Arábia Saudita também não interfere em eleições", acrescentou.

A alegação de que o país tentaria reduzir o preço do petróleo para ajudar a campanha de reeleição do presidente George W. Bush surgiu com o lançamento do livro Plan of Attack ('Plano de Ataque', em tradução literal), do jornalista Bob Woodward.

O livro de Woodward, lançado nesta terça-feira, cita o suposto acordo entre sauditas e americanos em meio a uma série de medidas que o governo dos Estados Unidos teria adotado como preparação para a guerra no Iraque.

'Inaceitável'

O candidato democrata à Casa Branca, senador John Kerry, afirmou que seria "inaceitável" atrelar o preço do petróleo às eleições presidenciais americanas.

"Se é verdade que os suprimentos de gás e os preços nos Estados Unidos estão atrelados às eleições, atrelados a um acordo secreto da Casa Branca, isso é vergonhoso e inaceitável para o povo americano", disse Kerry.

O porta-voz da Casa Branca, Scott McClellan, se recusou a comentar diretamente a alegação publicada por Bob Woodward.

McClellan disse apenas que a Arábia Saudita "se comprometeu a garantir que os preços (do barril de petróleo) permaneçam entre 22 e 28 dólares" e não quer fazer nada que "prejudique" a economia ou os consumidores americanos.

"Preços devem ser determinados pelas forças de mercado, e nós estamos sempre em contato com produtores ao redor do mundo nesses assuntos", acrescentou o porta-voz.

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