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China defende política cambial e diz que não muda | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A China defendeu sua política cambial e deu sinais de que não pretende mudá-la, apesar da pressã dos Estados Unidos, que a critica por estar favorecendo 'injustamente' o comércio chinês. O yuan está fixado em 8,28 para cada dólar americano. Para uma parcela do governo americano, esse é um patamar baixo e é a razão para a perda de muitos empregos nos Estados Unidos. "Nossos estudos mostram que o impacto da taxa de câmbio na economia e na taxa de emprego tem sido muito exagerada", disse Guo Shuqing, chefe de Política Cambial do governo chinês. "O sistema de flutuação cambial regulada da China está em conformidade com a realidade da China e continuará por um longo tempo pela frente", afirmou Shuqing. Segundo a autoridade do governo chinês, são os baixos salários da China, e não o fato de a moeda estar barata, que dão vantagens comerciais ao país. Shuqing alertou que aqueles que estivesse apostando na apreciação da moeda chinesa "pagarão um preço alto". Na opinião de alguns economistas, o baixo valor do yuan seria um dos principais fatores que contribuíram para o crescimento de 9,1% da economia chinesa no ano passado - crescimento considerado alto até para os padrões recentes do país. |
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