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Crise de acionistas leva a mudanças na Disney | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Disney, empresa gigante do setor de entretenimento, anunciou uma reestruturação, depois de seus acionistas terem se revoltado contra o presidente e diretor-executivo, Michael Eisner. Em uma reunião anual de acionistas, realizada nesta quarta-feira na cidade de Philadelfia, 43% deles decidiram não votar durante a reunião em que Eisner estava sendo confirmado como presidente do conselho diretor da empresa. Os acionistas dissidentes - liderados por Roy Disney, sobrinho do fundador da empresa - pediram que Eisner renunciasse, acusando-o de ser "autocrático" e de ter levado a empresa de uma crise. O conselho diretor decidiu separar os cargos de presidente do conselho diretor e de diretor-executivo, que eram ambos ocupados por Eisner. Bolsa O executivo continuará sendo o diretor-executivo, mas a presidência do conselho passará a ser ocupada pelo ex-senador George Mitchell. Roy Disney sugeriu aos acionistas que eles instalassem "uma nova equipe de gerenciamento", mas Eisner respondeu dizendo que a Disney está indo "muito bem" em um momento de dificuldades. As mudanças acontecem em um momento em que a empresa avalia uma oferta de US$ 45 bilhões da empresa Comcast para sua compra. As ações da Disney encerraram o dia com baixa de 0,41% na bolsa de valores de Nova York Segundo Roy Disney, as ações da empresa valorizaram menos do que poderiam, o que deixou a Disney vulnerável a ofertas como a da Comcast. |
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