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Fusão da AmBev com belga sai nesta quarta, diz agência | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A cervejaria belga Interbrew, a quarta maior do mundo, e a brasileira AmBev, a quinta no setor, devem anunciar nesta quarta-feira o seu acordo de fusão, segundo fontes próximas ao acordo citadas pela agência de notícias Reuters. Em um acordo "complexo", segundo a Reuters, as famílias que controlam a Interbrew e os três maiores acionistas da AmBev vão formar uma holding que controloria a Interbrew. A Interbrew, por sua vez, passaria a controlar a AmBev. Uma fusão das duas criaria a maior empresa do setor do mundo. As duas empresas confirmaram que estão em negociações, embora existam relatos de que a Interbrew poderia apenas vender sua unidade na América Latina para a Ambev. Segundo a coluna Lex do jornal Financial Times, qualquer negócio entre as duas que vá "além de um mero acordo de distribuição sinalizaria uma grande mudança estratégica para ambas". Estratégia A coluna explica que a Interbrew tem tentado "duramente convencer o mercado que a era de pagamentos excessivos (por outras empresas) acabou". A Ambev, que está avaliada "em 3,9 vezes o valor de vendas no ano passado, dificilmente pode ser chamada de uma barganha", segundo o jornal. De acordo com a coluna, a Ambev tem sido apontada como a "futura noiva favorita" na dança dos casamentos. A América do Sul permanece "um dos mercados mais promissores" para cerveja e a Ambev já construiu uma marca admirável, diz a Lex. "Mas não importa como você vê (o negócio), a Interbrew dificilmente parece ser o candidato mais provável", avalia a coluna. O maior problema da Interbrew pode ser que ela dificilmente poderia montar uma oferta com credibilidade em dinheiro ou com ações, observa. |
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