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Atualizado às: 25 de novembro, 2003 - 00h11 GMT (22h11 Brasília)
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Warner Music é vendida por US$ 2,6 bilhões
Michael Stipe, REM
O grupo REM faz parte da lista de artistas da Warner Music

A Warner Music, divisão musical da Time Warner Inc., maior empresa de mídia dos Estados Unidos, foi vendida por US$ 2,6 bilhões para investidores liderados pelo magnata de mídia canadense Edgar Bronfman Jr.

A britânica EMI desistiu do negócio quando Bronfman e um grupo de investidores americanos fizeram uma melhor oferta.

O acordo irá reduzir o débito da Time Warner e trazer o ex-chefe da Seagram e da Universal Music de volta à cena musical.

Analistas acreditam que, após a venda da Warner Music, a EMI deve se tornar um alvo de ofertas para compra ou fusão com outras empresas do ramo.

A EMI, que inclui artistas como Kylie Minogue, Red Hot Chilli Peppers e Robbie Williams, esperava atingir uma redução nos custos de US$ 300 milhões, mesmo adicionando à sua lista artistas como Madonna e REM.

Futuro

Bronfman e seu grupo de investidores não possuem participação expressiva em nenhuma companhia musical.

"A Warner Music é uma das maiores gravadoras do mundo, e nós acreditamos no seu potencial de crescimento como uma companhia independente e nas oportunidades de longo prazo da indústria fonográfica", disse Bronfman.

O executivo-chefe da Warner Music, Roger Ames, elogiou a "paixão de Bronfman pelo mercado musical" e seu "conhecimento do processo criativo". "Eu tenho confiança de que a Warner Music irá prosperar sob a liderança de Edgar", disse ele.

Mesmo assim, a Time Warner vai ter a opção de comprar 15% da companhia em um prazo de três anos e até 19,9% em determinadas circunstâncias.

A proposta da EMI, terceira maior companhia do setor do mundo, era válida somente para a gravadora da Warner Music, não incluindo a área de divulgação da empresa.

Analistas dizem que isso fez com que as ofertas da companhia britânica fossem menos tentadoras, já que a empresa americana queria pagar suas dívidas o mais rápido possível.

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