|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ásia é região com maior crescimento, diz estudo
A Ásia deve se manter como a região de maior crescimento econômico do mundo, apesar dos impactos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês), de acordo com um estudo do Banco Asiático de Desenvolvimento. O vírus da Sars, que matou mais de 900 pessoas, também deixou um rastro de cerca de US$ 60 bilhões em prejuízos. No entanto, o banco diz que a reação rápida e determinada dos governos da região ajudou a diminuir o impacto da Sars em países como Cingapura e China. O relatório ainda ressalta que as boas perspectivas da região são "ainda mais admiráveis" diante do fraco desempenho das economias dos Estados Unidos e da zona do euro no primeiro semestre. O banco prevê que a Ásia, excluíndo o Japão, vai crescer 5,3% neste ano e 6,1% em 2004. A rápida expansão da China é apontada como a principal responsável pelo desempenho da região, mas a contribuição de Cingapura e da Tailândia também teriam sido importantes. Riscos Apesar dos prognósticos positivos, a região ainda corre riscos, segundo o estudo, já que uma nova epidemia de Sars não pode ser descartada. Além disso, ela pode sofrer o impacto do medo de “atentados terroristas e com a incerteza da recuperação global”. A economia do Japão é a segunda maior do mundo e enfrenta uma recessão há dez anos. Normalmente, ela é retirada do relatório. Neste ano, os economistas do banco ainda aguardam para ver se a recuperação da economia americana pode arrastar o Japão para fora de sua crise. Os índices de desemprego no país, divulgados nesta terça-feira dão sinais de melhora, com o desemprego alcançando a menor taxa em dois anos: 5,1%. No entanto, o secretário-chefe do gabinete japonês, Yasuo Fukuda, alertou contra o excesso de otimismo. "Os números foram recebidos como boa notícia, mas ainda achamos que o ambiente é duro", disse Fukuda. A sua cautela foi ressaltada por uma queda surpreendente na produção industrial, devido à queda na demanda por máquinas industriais. A queda de 0,5% foi a primeira em dois meses e ressaltou o fato de ainda ser muito cedo para se falar na recuperação japonesa. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||