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Juiz isenta bancos de indenização por 'bolha' da internet
Um juiz federal americano rejeitou processo iniciado por investidores que alegavam ter sido enganados por bancos de Wall Street durante o boom das ações de empresas de internet. O juiz decidiu que os "especuladores de alto risco" tinham perdido dinheiro de forma "justa" quando estourou a bolha das chamadas empresas ponto.com. O processo estava relacionado especificamente com investimentos perdidos em duas empresas de internet, a Interliant e a 24/7. Mas a expectativa é que a decisão tenha amplas implicações para outras batalhas legais em torno da queda de ações de empresas de tecnologia. Pagamentos Segundo o juiz, as leis do mercado imobiliário americano não foram feitas para "subscrever, subsidiar e estimular a especulação deles (investidores) em entrar para um cassino que atraiu milhares com a fantasia de riquezas olímpicas". A Merril Lynch, maior corretora dos Estados Unidos, e Henry Blodget, seu principal analista, estavam entre os acusados de levar os investidores a caminhos errados. Embora o processo dos investidores tenha sido rejeitado, os bancos já pagaram US$ 1,4 bilhão para fechar um acordo no caso de acusações de "pesquisa tendenciosa" apresentadas pelos órgãos reguladores americanos. Blodget também foi proibido de operar no mercado imobiliário para o resto da vida e obrigado a pagar US$ 4 milhões em multas. Os bancos negaram qualquer erro, mas concordaram em cortar as ligações entre o setor de pesquisa de ações e as atividades de banco de investimento, o que poderia criar conflito de interesses. |
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