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Indonésia, maior país muçulmano, ganha 'Playboy' 'light' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A partir desta sexta-feira, a revista Playboy pode ser encontrada também na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo. Segundo um porta-voz da Playboy, a edição local terá um conteúdo mais leve e menos explícito e estará disponível nas principais cidades do país. O lançamento da edição é motivo de críticas por parte dos líderes muçulmanos, que consideram a Playboy uma má influência. Segundo um fotógrafo da agência Associated Press que viu um exemplar, a versão indonésia da revista não tem fotografias de mulheres nuas – seu principal chamariz nas edições internacionais – e suas imagens são menos picantes do que as de revistas semelhantes também vendidas no país. Protestos
E o fato da edição ser mais “leve” não comoveu o maior corpo islâmico do país, o Conselho de Clérigos da Indonésia. “Nós não aceitamos a Playboy porque ela é um símbolo de pornografia”, afirmou o conselheiro oficial, Maruf Amin, à Associated Press. “Ao publicar a revista, os editores correm o risco de enfrentar a oposição da sociedade”, acrescentou. Pornografia, apesar de ilegal, ainda pode ser facilmente encontrada no comércio da Indonésia. A polícia tenta combater a prática e o parlamento já pensa em elaborar uma lei antipornografia. |
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