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Comitê olímpico fracassa em proibir Playboy grega | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os organizadores dos Jogos Olímpicos fracassaram na tentativa de proibir a circulação da edição grega da revista Playboy deste mês. Eles reclamam de um ensaio que mostra mulheres nuas posando entre equipamentos esportivos e as cinco argolas entrelaçadas que formam o símbolo da Olimpíada. A organização do evento em Atenas entrou na Justiça pedindo a proibição, alegando tentar defender os símbolos olímpicos. Mas o pedido foi rejeitado por uma corte da Grécia. A Playboy continua sendo vendida normalmente nas bancas de revistas atenienses. 'Propaganda' "Eles fizeram ótima propaganda negativa para nós. Agora temos certeza de que até o último exemplar remanescente da edição de agosto será vendido", disse Stelios Michalopoulos, advogado da publicação na Grécia. Um juiz não concedeu a autorização para o recolhimento das revistas nas bancas e disse que o julgamento final sobre a questão será em novembro. Enquanto isso, porém, a revista foi proibida de veicular outras edições com os símbolos olímpicos. As modelos foram fotografadas nuas praticando modalidades olímpicas como corrida, arremesso de disco ou carregando a tocha olímpica. |
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