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Falta de originalidade 'nunca foi pior' em Hollywood, diz Lee | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diretor de cinema Spike Lee criticou a indústria cinematográfica americana por sua falta de originalidade, dizendo que a situação “nunca foi pior”. Segundo ele, Hollywood hoje está repleta de “seqüências e refilmagens de séries de TV” e não dá mostras de criatividade. “Não vou citar nenhum filme específico, mas nunca foi pior”, disse o diretor de Faça a Coisa Certa em Veneza, onde participa do festival de cinema da cidade. “Não há originalidade e nem sempre foi assim.” Filme multinacional Mas Spike Lee disse ter esperança de que “as coisas vão mudar”. Recentes adaptações de séries de TV incluem Os Gatões – Uma Nova Balada e A Feiticeira, que foram objeto de recepções pouco entusiasmadas da crítica especializada. Lee está apresentando em Veneza o filme All the Invisible Children, do qual é um dos oito diretores. Outros participantes do projeto incluem Ridley Scott (Gladiador), John Woo (A Outra Face) e Emir Kusturica (Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios). O filme foi rodado em sete países e levou quatro anos para ser completado. Ele trata de jovens que vivem em diferentes partes do mundo. O segmento filmado por Lee, Jesus Children of America, trata de uma adolescente nova-iorquina cujos pais são viciados em drogas e descobre que tem é portadora do vírus da Aids. |
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