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Júri volta a deliberar sobre caso Jackson na 2ª feira | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os jurados do caso Michael Jackson foram dispensados para voltar para suas casas para o fim-de-semana, depois de reunidos durante duas horas na sexta-feira dando início ao processo de deliberações para chegar a um veredicto. As oito mulheres e quatro homens ouviram na quinta e na sexta-feira os argumentos finais de promotoria e defesa no julgamento em que o cantor pop é acusado de abuso sexual de um menor. O advogado de Jackson tentou minar a credibilidade dos acusadores do astro e rejeitar suas alegações. Os jurados deverão trabalhar a portas fechadas na segunda-feira e devem discutir o caso durante cerca de seis horas por dia até que cheguem a um veredicto ou anunciem um impasse. O juiz no caso, Rodney Melville, disse aos 12 jurados que eles são os "juízes imparciais dos fatos" depois de três meses de julgamento e mais de 130 depoimentos de testemunhas. A expectativa é que as deliberações terminem na semana que vem. Jackson está sendo acusado por dez crimes, entre eles, os de abusar sexualmente de um menino de 13 anos, dar álcool a ele e planejar seqüestro. O cantor nega todas as acusações. Argumentos finais O cantor poderá ser condenado a até 20 anos de prisão se for considerado culpado de todos os crimes. O advogado de defesa, Thomas Mesereau, disse que a família do menino que acusa Michael Jackson de tê-lo molestado é “mentirosa e trapaceira”. O promotor Ron Zonen, por sua vez, voltou a acusar Jackson de ser um pedófilo. Fãs do cantor têm feito vigília em frente ao tribunal, na cidade de Santa Maria, na Califórnia. |
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