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Defesa de Jackson desiste de convocar testemunhas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os advogados de defesa do cantor Michael Jackson em seu julgamento por suposto abuso sexual de um menor decidiram não chamar mais testemunhas para rebater acusações feitas em um vídeo por Gavin Arvizo. A promotoria apresentou aos jurados em Santa Maria, na Califórnia, como último elemento da acusação, um vídeo em que o garoto que acusa Jackson diz como o cantor teria dado a ele bebida alcoólica e como ele teria sido molestado. No vídeo gravado em 2003, Arvizo, então com 13 anos, é entrevistado na delegacia do Condado de Santa Bárbara. Antes da exibição da entrevista, os advogados de Jackson haviam dito que poderiam reconvocar Gavin e sua mãe, Janet Arvizo, para depor. Michael Jackson, de 46 anos, nega todas as acusações apresentadas no tribunal, inclusive de conspiração para deter ilegalmente a família de Arvizo no que é descrita como uma suposta tentativa de acobertar o caso. Mais cedo Assim, defesa e promotoria no julgamento do cantor encerraram na sexta-feira a apresentação de evidências no caso mais cedo do que o esperado. A repórter da BBC, Daniella Relph, que acompanha o julgamento, disse que o testemunho de Arvizo parece ter impressionado bastante os jurados. As discussões finais podem começar a partir da próxima quarta-feira. O depoimento de Arvizo no vídeo era semelhante ao que ele deu no banco das testemunhas em março. Segundo Relph, o garoto parece nervoso na gravação, e tem que ser encorajado pelos detetives para prosseguir com seu relato. A promotoria foi autorizada pelo juiz Rodney Melville a apresentar o vídeo, mas o magistrado instruiu ao júri que observasse apenas o comportamento e as atitudes da testemunha. Melville disse que as acusações do menino não deveriam ser consideradas como a verdade. |
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