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Juiz tem que intervir em discussão entre advogado de Jackson e mãe de menor | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz que preside o julgamento do cantor Michael Jackson teve que intervir nas dicussões acaloradas entre o advogado da defesa, Thomas Mesereau, e a mãe do menino que acusa Jackson de abuso sexual. Rodney Melville repreendeu Mesereau e Janet Arvizo, mãe de Gavin Arvizo, pelo seu comportamento no tribunal de Santa Maria, na Califórnia. Em um momento, a testemunha disse que a casa de Michael Jackson era um antro de álcool, pornografia e sexo com meninos – declaração que o juiz Melville disse que tiraria dos registros. Arvizo alega que ela e os seus filhos foram mantidos presos contra a sua vontade na mansão do cantor até que gravassem um vídeo para reparar os danos à sua imagem causados por documentário de TV. No programa, Jackson aparece de mãos dados com o menino que hoje o acusa de abuso sexual e admite dividir a sua cama com crianças. A defesa do cantor tenta convencer o júri de que Janet Arvizo está apenas tentando extorquir dinheiro do cantor. Ainda nesta sexta-feira, segundo dia em que depõe, a testemunha disse que foi alertada por um dos guarda-costas do cantor de que seus pais e seu namorado seriam mortos se ela não cooperasse com o cantor. A ameaça teria sido feita que ela e a sua família elogiasse Jackson no vídeo em defesa de Jackson. Janet Arvizo disse ainda que os assessores de Jackson planejavam levar sua família para o Brasil depois da aparição no programa. A viagem para o Brasil acabou não acontecendo. Jackson nega as dez acusações feitas contra ele. Se condenado, o cantor pode receber uma sentença de até 21 anos de prisão. |
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