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Mãe de menor diz que sofreu ameaças no caso Jackson | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Janet Arvizo, a mãe do adolescente que acusa o astro pop Michael Jackson de abuso sexual, disse no tribunal que foi alertada por um dos guarda-costas do cantor de que seus pais e seu namorado seriam mortos se ela não cooperasse com o cantor. Janet disse que a ameaça foi feita para que sua família elogiasse Jackson num vídeo para contradizer um documentário de televisão danoso à sua imagem. Testemunhando pelo segundo dia, Janet disse que os assessores de Jackson planejavam levar sua família para o Brasil depois da aparição no programa. A viagem para o Brasil acabou não acontecendo. Jackson nega as dez acusações feitas contra ele. Se condenado, o cantor pode receber uma sentença de até 21 anos de prisão. Triste A mãe do menino disse que depois que o documentário foi levado ao ar na TV britânica, os assessores de Jackson a detiveram (e a sua família) no rancho do cantor, o Neverland, para coagi-los a gravar o vídeo. No vídeo, que nunca foi levado ao ar, mas foi mostrado ao júri no tribunal em Santa Maria, Janet repetidamente descreve Jackson como "um pai maravilhoso". "Eu estava confusa, estava triste, então basicamente estava atuando", disse. Janet disse que, depois da exibição do documentário da TV britânica, ela foi entrevistada por funcionários do órgão que cuida do bem-estar de menores, que estavam investigando o relacionamento de Jackson com seu filho, na época com 13 anos. Os advogados de Jackson já tinham previamente tentado desacreditar Janet Arvizo como uma mentirosa que tenta retirar dinheiro de celebridades. |
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