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Atualizado às: 14 de março, 2005 - 20h19 GMT (17h19 Brasília)
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Acusador de Jackson disse a professor que não sofreu abuso
Michael Jackson
Jackson nega as acusações apresentadas por Gavin Arvizo
O adolescente que acusou Michael Jackson de havê-lo molestado sexualmente admitiu nesta segunda-feira que disse a um ex-professor que o astro pop nunca abusou dele.

Gavin Arvizo, de 15 anos, voltou ao banco das testemunhas no julgamento de Jackson, em um tribunal em Santa Maria, na Califórnia, nesta semana, para ser interrogado pelos advogados de defesa do cantor.

Durante intenso interrogatório pelo chefe da equipe que defende Jackson, Thomas Mesereau, Gavin admitiu que disse a um ex-professor que não havia acontecido nada impróprio entre ele e o cantor.

Na semana passada, Arvizo havia relatado à corte como o suposto abuso teria ocorrido.

'Viciado em gastar'

A repórter da BBC em Santa Maria, Daniella Relph, disse que este foi o interrogatório mais agressivo realizado desde o início do julgamento.

Michael Jackson, que nega todas as acusações, foi ao tribunal pela primeira vez desde seu atraso, na quinta-feira passada, quando alegou ter sofrido dores nas costas.

A ausência do cantor no tribunal levou o juiz Rodney Melville a ameaçar emitir um mandado de prisão contra ele.

Na sexta-feira, promotores no julgamento de Michael Jackson disseram que o astro pop está à beira da falência, com dívidas de mais de US$ 300 milhões.

O promotor-asistente do Condado de Santa Barbara, na Califórnia, onde se realiza o julgamento de Jackson, Gordon Auchincloss, disse que o cantor é "viciado em gastar" e "tinha um apetite insaciável por dinheiro". Ele pediu acesso a documentos sobre a situação financeira do astro.

Os promotores no caso acreditam que problemas financeiros podem ter levado Jackson a participar de uma suposta conspiração para manter cativa a família de seu acusador, Gavin Arvizo, e tentar usá-la para rebater afirmações de um documentário de televisão prejudicial à imagem do cantor.

No documentário, intitulado "Vivendo com Michael Jackson", realizado pelo repórter britânico Martin Bashir, Jackson afirma que não vê problema em dividir a cama com uma criança.

O advogado do cantor, Robert Sanger, disse que os documentos que a promotoria está tentando usar como evidência no julgamento são "totalmente irrelevantes" para o caso.

Segundo Sanger, eles são relativos à situação financeira geral do cantor, e não a sua situação na época da suposta conspiração, em fevereiro de 2003.

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