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Família de paciente 'vai processar Michael Jackson' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A família de uma mulher que morreu depois de ter sido retirada de um quarto de atendimento especial a fim de acomodar o astro pop Michael Jackson disse que vai processar o hospital onde ocorreu o episódio e o cantor. Manuela Gomez Ruiz, de 74 anos, foi retirada do quarto em um hospital da Califórnia depois que Jackson foi admitido sofrendo de "sintomas similares aos de gripe". Ruiz, que estava recebendo tratamento após ter sofrido um forte ataque cardíaco, morreu naquele mesmo dia, disse sua família à rede de TV ABC. Representantes do hospital disseram estar confiantes no nível de assistência dado aos pacientes. O Centro Médico Mariano, em Santa Maria, manifestou profundos pêsames à família Ruiz, acrescentando que leis que defendem a privacidade do paciente impedem que a instituição comente assistência dada em casos individuais, de acordo com a ABC. Um porta-voz de Jackson disse que o astro pop enviou condolências à família, mas disse que é "deplorável" que o nome de Jackson seja envolvido, na medida em que a situação estava além de sua autoridade e controle. "Caos" Jackson foi levado para o hospital quando os jurados para o seu julgamento em caso de abuso de menor estavam sendo escolhidos. O procedimento foi adiado por uma semana enquanto o cantor se recuperava. A nora de Ruiz, Anna Ruiz, disse à ABC que viu Jackson entrar no hospital. "Quando eu o vi ele andava sem ajuda", disse ela. Anna Ruiz disse que sua sogra foi tirada do equipamento respiratório e respirava com ajuda de uma bomba manual durante sua remoção do quarto. Manuela Gomez Ruiz sofreu mais dois ataques cardíacos naquele dia antes de morrer. A família diz que o caos causado pela chegada de Jackson distraiu os funcionários do hospital, e só dois visitantes tiveram autorização para entrar no novo quarto de Ruiz de cada vez, limitando o tempo que a família podia passar com ela. Anna Ruiz disse que a política do hospital "precisa ser mudada" se uma pessoa com gripe tem precedência sobre uma pessoa que sofreu um ataque cardíaco. |
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