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Venda de discos na Grã-Bretanha é a maior da história | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A indústria fonográfica da Grã-Bretanha está comemorando o que foi o melhor ano em vendas de discos da história: os britânicos compraram 237 milhões de álbuns entre setembro de 2003 e setembro de 2004. De acordo com a Indústria Fonográfica Britânica (BPI, sigla em inglês), discos de artistas e bandas como Keane e The Streets ajudaram a impulsionar o aumento de 3% nas vendas com relação ao ano anterior. A BPI disse também que registrou um grande aumento na venda de músicas avulsas, a partir do surgimento de serviços em que se pode comprar música digital pela internet. A partir do próximo ano, as vendas por download passarão a ser contabilizadas juntamente com a venda de singles. Os websites como o MyCokeMusic.com e o Wippit venderam cerca de 1,75 milhão de faixas entre julho e setembro de 2004. Se forem desconsideradas as vendas on line, as vendas de discos singles (de uma só música) caíram 12%. Dido O álbum mais vendido do período na Grã-Bretanha foi Life for Rent, de Dido, seguido em segundo lugar pelo disco de Neil Young, Friday´s Child. Dentre os 20 discos mais vendidos do ano, 11 deles são de grupos ligados a selos britânicos, entre eles Katie Melua, Busted, The Darkness e Scissor Sisters. Cerca de 60% dos CDs são agora vendidos por menos de 10 libras (cerca de R$ 51). Ou seja, embora mais discos tenham sido vendidos, o seu preço médio caiu durante os três meses do verão britânico. As vendas de DVDs de música no período cresceram em 41%, tendo no topo do ranking dos mais vendidos um lançamento especial do Oasis, Definitely Maybe. |
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