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Livro ainda inédito de Márquez já circula na Colômbia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Dezenas de cópias piratas do novo livro do escritor colombiano Gabriel García Márquez estão sendo vendidas em Bogotá antes do seu lançamento oficial, de acordo com a Editora Norma, responsável pela distribuição do livro na Colômbia. Segundo um porta-voz da editora, a obra está sendo vendida na capital colombiana por até US$ 4 a cópia. O livro, de 112 páginas, deverá ser vendido por cerca de US$ 11. A editora mandou imprimir 1 milhão de cópias da nova obra do escritor e, "de maneira inexplicável, os piratas tiveram acesso ao texto original do livro", disse Moisés Melo, diretor da Norma. Título chamativo Observadores dizem que o novo romance do autor, que recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1982, despertou mais interesse do que o normal por causa do título chamativo – Memorias de Mis Putas Tristes. A obra ainda não tem lançamentro previsto no Brasil. O romance conta a história de um homem idoso que se lembra de todas as mulheres de sua vida enquanto tem relações sexuais pela última vez em sua vida. "O livro está sendo oferecido nas ruas à luz do dia sem qualquer intervenção das autoridades", disse Melo à agência de notícias EFE. "O lançamento oficial do romance está programado para o dia 20 de outubro, mas pode ser antecipado para atenuar o problema", afirmou. A pirataria de livros é algo comum na Colômbia. Memorias de mis putas tristes rende homenagem ao escritor japonês Yasunari Kawabata (1899-1972), que recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1968 e explorou a importância da sexualidade durante a velhice. Gárcia Márquez é autor de clássicos da literatura moderna, como Cem Anos de Solidão e venceu o Nobel de Literatura, em 1982. |
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