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Michael Jackson inspira conferência acadêmica nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Acadêmicos americanos se reuniram em Nova York para uma conferência de dois dias sobre a vida e a obra do cantor Michael Jackson. Os 18 especialistas que foram à Universidade de Yale debateram aspectos sexuais, raciais e artísticos da carreira do popstar. Eles evitaram abordar em detalhes o caso que está sendo movido contra o cantor na Justiça americana sobre suposto abuso a crianças. Mas discutiram a forma como a mídia cobre o assunto, e como as alegações de pedofilia feitas ao cantor levaram a falsos estereótipos sobre homossexualidade. ‘Beat it’ “Ele cresceu na nossa frente, então temos um grande investimento nele, ainda que algumas pessoas hoje achem a sua imagem incômoda”, disse Seth Clark Silberman, um especialista nos temas de raça e gênero da Universidade de Yale. Os participantes discutiram o uso de cirurgias plásticas e a mudança do tom da pele de Jackson, que o cantor diz ter se devido a uma enfermidade da pele. Outro tema debatido foi a forma a abordagem feita por Jackson de temas raciais em sua música – como quando ele evita uma briga entre uma gangue negra e outra branca no videoclip de Beat it. “Ele contribuiu para a discussão nacional sobre raça e gênero, e isso é um tópico de valor incalculável para nossas discussões”, opinou Megan Burns, uma das participantes do evento. Silberman afirmou que outras conferências sobre estrelas pop já foram promovidas em universidades americanas – por exemplo, sobre a cantora Madonna. |
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