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Juiz vai descartar parte das provas contra Jackson | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O juiz responsável pelo processo em que o astro pop Michael Jackson é acusado por abuso sexual de menores vai desconsiderar mais de 70 peças recolhidas como prova pela polícia dentro da propriedade do artista. A decisão preliminar foi anunciada pelo juiz Rodney Melville numa audiência pré-julgamento na Califórnia. Os advogados de Jackson argumentaram que a polícia realizou buscas em partes do rancho conhecido como Neverland (Terra do Nunca) para as quais não tinham um mandado judicial. Os agentes confiscaram câmeras, computadores, documentos e fitas de vídeo e de áudio na casa de Jackson em novembro de 2003. Inocente Michael Jackson, de 45 anos, afirma ser inocente no caso. O julgamento está previsto para começar em 30 de janeiro. O juiz Melville disse que, das 120 provas que a defesa pedia que fossem descartadas, ele está disposto a proibir o uso no julgamento de mais de 70 delas. Ele afirmou que vai permitir que o júri tenha acesso garantido a apenas 34 provas, a menos que os promotores ou advogados de defesa o convençam do contrário. O conteúdo das provas reunidas pela polícia ainda não foi divulgado ao público. Michael Jackson responde ao processo em liberdade, depois de ter pagado US$ 3 millhões de fiança (quase R$ 9 milhões). |
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