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Museu Nacional do Iraque reabre suas portas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Museu Nacional do Iraque, em Bagdá, reabriu suas portas nesta quinta-feira, cerca de três meses depois de ter sido alvo de saques e destruição. Apenas um grupo de diplomatas e jornalistas teve acesso a uma das mais importantes coleções do museu, os Tesouros de Nimrud, com objetos do ano 900 a.C.. A visita durou três horas e foi organizada pela administração americana no Iraque, que afirmou querer provar ao mundo que essas relíquias estão intactas. Mas segundo o diretor do museu, Donny George, ele só reabrirá para o público dentro de dois anos. Esgoto Os Tesouros de Nimrud são considerados por especialistas uma das mais importantes descobertas arqueológicas do século 20. As jóias e objetos de ouro foram descobertos nos anos 1980 e só foram exibidas em 1990 para um seleto grupo de convidados do então presidente Saddam Hussein. Em abril, essas relíquias foram tiradas do museu. Elas foram encontradas submersas em água de esgoto em uma vala subterrânea. "Algumas peças foram danificadas, mas em geral os Tesouros de Nimrud estavam em bom estado. Só precisaram de um pouco de limpeza e polimento", disse um porta-voz do museu. Apesar disso, muitas antigüidades importantes que pertenciam ao museu ainda estão desaparecidas. A administração americana no Iraque está conduzindo uma investigação para descobrir o que ocorreu com esses ítens. O principal investigador acredita que parte dos roubos tenha sido facilitada por funcionários do museu. Segundo ele, nas últimas semanas alguns objetos foram encontrados na Itália e nos Estados Unidos. |
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