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Museu iraquiano recupera vaso de 5,2 mil anos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um dos maiores tesouros culturais do Iraque, o Vaso Sagrado de Warka, foi devolvido ao museu nacional de Bagdá na quarta-feira, depois de ter passado mais de um mês desaparecido. A antigüidade, feita em 3200 a.C., era uma das principais atrações que desapareceram do museu durante a guerra no Iraque, mas foi devolvida por três homens aos seguranças do prédio. Várias das relíquias que se acreditava perdidas foram devolvidas ou reencontradas. Segundo a administração americana, poucas peças foram realmente roubadas. Pouco depois do fim da guerra, uma revista nos porões do museu revelou a existência de 179 caixas que guardavam a maior parte das antigüidades. Voluntários Outras peças foram devolvidas por funcionários do museu que as haviam levado para casa para garantir a segurança delas durante a guerra. A devolução do Vaso Sagrado de Warka coincidiu com a visita de Pietro Cordone, o conselheiro cultural da coalizão que administra o Iraque desde o fim da guerra. O embaixador se encontrou e agradeceu pessoalmente aos três homens por terem devolvido o vaso e outros objetos de menor valor. "Essa é uma das peças mais importantes do museu de Bagdá, e estou muito satisfeito por ela ter sido devolvida", disse Cordone. "Como toda a comunidade internacional, estava preocupado que o vaso não fosse mais encontrado. Isso é um motivo de comemoração para o mundo todo." Em queda Cordone ainda se disse satisfeito por saber que o número de peças desaparecidas está diminuindo a cada dia. Na semana passada, haviam sido contabilizados 47 objetos desaparecidos, incluindo o vaso, da coleção principal do museu. Uma redução considerável no número de "baixas" aconteceu quando uma câmara secreta, nos porões do museu, foi descoberta. Então, a estimativa dos investigadores americanos de objetos perdidos caiu de 170 mil para 3 mil. Os investigadores também afirmam ter recuperado uma coleção de jóias assírias de valor inestimável – os artefatos de Nimrud – que havia sido depositada em um cofre do Banco Central do Iraque no início da década de 90. |
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