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Nigéria anuncia oferta gratuita de remédios anti-HIV | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo da Nigéria anunciou nesta sexta-feira que vai oferecer medicamentos anti-retrovirais usados no combate à Aids gratuitamente para todos os pacientes a partir de janeiro do ano que vem. Com uma das maiores taxas de soropositivos do mundo, a Nigéria tem cerca de quatro milhões de pessoas vivendo com HIV/Aids, ficando apenas atrás da África do Sul e da Índia em população afetada pela doença. O médico Abdulsalami Nasidi, do Ministério da Saúde, disse à BBC que o governo planeja atender a 250 mil pessoas em um ano. O projeto será financiado pelo Fundo Global contra a Aids, tuberculose e a malária, que reservou US$ 250 milhões ao país, e pelas economias resultantes do cancelamento da dívida externa nigeriana. O restante dos fundos foi prometido pelos Estados Unidos. Segundo a agência de notícias France Presse, também não será mais cobrada dos pacientes incluídos no programa do governo uma taxa mensal de mil nairas (US$ 7), valor relativamente alto no país. Sem poder pagar todo mês, muitos soropositivos tinham seu tratamento prejudicado. O país havia sido recentemente criticado pela organização humanitária Médicos sem Fronteiras por receber anti-retrovirais de graça e vendê-los à população. O editor da BBC para a África, Martin Plaut, diz que, por causa da alta taxa de infecção, o combate ao HIV se tornou prioridade nacional na Nigéria. |
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