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Atualizado às: 16 de novembro, 2005 - 13h56 GMT (11h56 Brasília)
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Saiba mais sobre a gripe aviária
Estratégia de combate tem sido sacrifício em massa de aves
Estratégia de combate tem sido sacrifício em massa de aves
A China divulgou nesta quarta-feira que três pessoas foram infectadas com o vírus da gripe aviária no país.

A doença já matou mais de 60 pessoas na Ásia, e entidades internacionais da área de saúde alertaram que é bem provável que uma pandemia entre seres humanos aconteça no futuro.

Leia as perguntas e respostas abaixo para saber mais sobre a gripe aviária:

Por que os especialistas estão tão preocupados com a gripe aviária?

Experiências passadas indicam que uma pandemia está se aproximando. No último século, houve três surtos graves de gripe.

O primeiro, batizado de gripe espanhola, foi em 1918 e matou 50 milhões de pessoas no mundo todo.

A gripe asiática foi o segundo grande surto, provocando um milhão de mortes. Finalmente, veio a gripe de Hong Kong, em 1969, deixando mais um milhão de vítimas.

Os sintomas da gripe aviária são parecidos com os de outros tipos da doença – febre, mal-estar, garganta inflamada e tosse. Também é comum a ocorrência de conjuntivite.

Onde o surto deve começar?

Todas as atenções estão voltadas para o sudeste asiático, onde a gripe aviária já matou mais de 60 pessoas.

As pessoas pegam a doença por meio de contato próximo com aves infectadas vivas. Os pássaros expelem o vírus nas fezes, que depois de secas, pulverizam-se, sendo inaladas com o ar pelos seres humanos.

Mas há receios de que o vírus da gripe aviária pode sofrer uma mutação em contato com o da gripe humana, o que permitiria que ele fosse transmitido de uma pessoa para outra.

Das várias formas que o vírus assume, a que é fatal para seres humanos é a conhecida pelo nome H5N1.

Esta variação já foi encontradas em vários países fora da Ásia.

Existe tratamento?

Até agora o vírus tem sido combatido com o sacrifício em massa de aves que podem servir de hospedeiras para ele.

Para que fosse desenvolvida uma vacina, o surto teria de se materializar e poderia levar meses até que os cientistas conseguissem criar uma medicação profilática.

Há, no entanto, drogas antivirais, que contêm os sintomas e, como conseqüência, diminuem as chances de a doença se espalhar.

Esses remédios agem bloqueando a ação de uma proteína chamada neuraminidase, que o vírus usa para infectar células humanas.

Eles podem ser tomados quando uma pessoa começa a sentir os sintomas ou logo depois do contato com aves contaminadas.

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