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Austrália autoriza adaptação do Playstation | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Sony perdeu um processo na Justiça da Austrália sobre a possibilidade de alterações no videogame Playstation. A Alta Corte decidiu que a instalação de um chip no console para que o usuário consiga brincar com jogos importados não representa uma violação da lei de direitos autorais. A determinação põe um fim a uma disputa legal entre a Sony e um fornecedor dos chips que permitem aos australianos burlar as limitações regionais impostas pela gigante dos eletrônicos. Na Grã-Bretanha e em outros países da Europa, a venda desses chips foi considerada ilegal pela Justiça em 2004. Videogames como o Xbox e o Playstation 2 podem ser modificados para contornar as especificações regionais por meio da adaptação de um chip à principal placa de circuitos eletrônicos dentro dos aparelhos. A Sony foi à Justiça australiana contra o comerciante Eddy Stevens, que fornecia e instalava os chips de modificação em Playstations para que os usuários possam jogar CDs importados, que são mais baratos do que os vendidos no mercado australiano. Após uma série de vitórias de um lado e de outro em diferentes tribunais, o caso foi parar na Alta Corte, que deu vitória a Stevens. O magistrado decidiu que, embora os chips permitam aos usuários jogar fitas copiadas ou importadas, eles não possibilitam a cópia de jogos e, portanto, não violam as leis de copyright. Um advogado de Stevens disse que a decisão permitirá aos consumidores australianos comprar os jogos por preços mais baixos no exterior e utilizá-los em suas máquinas adaptadas. |
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