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Nasa diz que não enviará ônibus espacial em setembro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Nasa, agência espacial americana, anunciou nesta quinta-feira que não poderá lançar um ônibus espacial em setembro, como havia previsto inicialmente. A agência já havia anunciado a suspensão das missões logo depois que descobriu que o problema que causou o acidente com o ônibus espacial Columbia se repetiu no lançamento do Discovery. A mesma peça, a espuma do tanque de combustível, se soltou durante os dois lançamentos. No caso do Columbia, a peça abriu um buraco na proteção térmica da espaçonave, que se desintegrou ao voltar à atmosfera. Desde a tragédia que matou os sete astronautas a bordo, a agência espacial americana investiu US$ 1,5 bilhão em modificações para tentar tornar o veículo mais seguro, incluindo mudanças no tanque de combustível a instalação das câmeras que permitiram que eventuais danos fossem percebidos assim que acontecessem – o que não ocorreu no caso do Columbia. Ainda assim, a peça voltou a se descolar, mas no caso do Discovery, os especialistas da Nasa concluíram que o impacto não havia causado danos no veículo. Um outro problema levou os astronautas a consertar a espaçonave em órbita e a missão voltou em segurança à Terra na terça-feira. Quando descobriram, por meio de imagens captadas por câmeras durante o lançamento, que um pedaço de espuma havia se soltado, a Nasa anunciou que não enviaria mais missões com ônibus espaciais até que os seus especialistas encontrassem uma forma de evitar que o problema se repetisse. O próximo ônibus espacial a decolar seria o Atlantis, cuja partida estava prevista para setembro. A outra oportunidade de lançamento seria em novembro, mas, como informa o correspondente da BBC na Flórida Alistair Leithhead, não está claro se o problema estará resolvido até lá. |
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