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Vírus de hamster mata três pessoas nos EUA | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Três pessoas morreram nos Estados Unidos em conseqüência de um vírus que provavelmente se originou em um hamster de estimação. Acredita-se que uma mulher do Estado de Rhode Island tenha contraído o vírus da coriomeningite linfocítica (LCMV, na sigla em inglês) do hamster dela pouco antes de morrer de causas não-relacionadas no mês passado. Os órgãos da mulher foram doados para quatro pessoas que precisavam de transplantes. Desde então, três delas morreram como resultado da infecção. O vírus, que normalmente causa efeitos semelhantes aos da gripe nos humanos, é transmitido pelo contato com a saliva, urina ou fezes de roedores. Vulneráveis Os pacientes de transplantes, no entanto, em geral são mais vulneráveis porque o sistema de defesa deles é suprimido pelos fortes remédios que têm que tomar para evitar a rejeição do órgão. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças está investigando o caso, mas especialistas ressaltaram que este tipo de vírus é muito raro. As autoridades estão realizando novos exames no hamster, que carregava o vírus. O diretor do departamento de saúde de Rhode Island, David Gifford, disse que apesar de os órgãos para transplante normalmente não serem examinados para vírus de roedores, os pacientes na lista de espera não devem ficar preocupados. "Este é um caso extremamente raro", disse ele. Já houve casos de contaminação do vírus na Europa, Austrália e Japão. Mas o Centro de Controles e Prevenção de Doenças disse que este é o segundo caso já conhecido de transmissão deste vírus em transplantes de órgãos. As autoridades de saúde ainda têm que rastrear os receptores das duas córneas da doadora. |
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