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Bebê grande tende a ganhar melhor quando adulto, diz estudo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Bebês que são mais altos em seu primeiro aniversário têm chances maiores de ganhar dinheiro quando forem adultos, afirmam pesquisadores. Os pesquisadores da Universidade de Southampton, na Grã-Bretanha, e do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia estudaram a trajetória de 4.630 homens que hoje se encontram com mais de 70 anos. Os que mediam mais de 80 cm quando completaram seu primeiro aniversário ganhavam, em 1990, em média 50% mais do que os que mediam 72 cm ou menos. Uma vez que os cientistas levaram em consideração elementos como a classe social dessas pessoas, chegaram à conclusão de que cada 2 cms de altura do bebê com um ano de idade vale um aumento de 3,5% em sua renda quando for adulto. Trabalho braçal Outra conclusão da pesquisa, que foi divulgada na revista médica Archives of Disease in Childhood, é que bebês menores estão mais sujeitos a fazer trabalhos braçais no futuro. Cerca de 44% dos bebês que tinham 72 cm ou menos de altura com um ano de idade se tornaram mais tarde trabalhadores braçais, em comparação com apenas um em cada cinco dos que mediam mais de 80 cm. A pesquisa foi feita com homens que nasceram na Finlândia entre 1934 e 1944. Os cientistas compararam os rendimentos deles em 1990. As mulheres foram excluídas porque se tratava de uma geração em que muitas tendiam a ficar em casa, em vez de ingressar no mercado de trabalho. Estudos anteriores haviam relacionado o crescimento durante a infância ao sucesso profissional, mas a maioria acompanhou a trajetória de crescimento das crianças por mais tempo, pelo menos até elas terem atingido a idade escolar. O trabalho publicado na Archives of Disease in Childhood mostra, segundo seus autores, que o crescimento das pessoas logo em seu primeiro ano de vida é um indicador confiável do potencial de renda futura. O estudo também mostrou que os bebês que crescem mais lentamente tendem, mais tarde, a ter um rendimento pior na escola. Segundo os pesquisadores, o tamanho dos bebês na época em que o estudo se concentrou corresponde ao de crianças de um ano de idade hoje em dia também. |
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