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Cientistas revertem danos em cérebros de ratos com Alzheimer | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Em testes com ratos, cientistas reverteram o dano causado ao cérebro pelo mal de Alzheimer. A equipe de pesquisadores americanos usou um anti-corpo para remover depósitos potencialmente danosos da área do cérebro responsável pela memória e pelo conhecimento. O tratamento reverteu o dano a células nervosas em poucos dias, disseram os pesquisadores da escola de medicina da Universidade de Washington. Antes de o estudo ser feito, acreditava-se que era impossível reparar o dano. Mais pesquisas "Achamos que limpar as placas (os depósitos) interromperia a progressão dos danos", disse Robert Brendza, que chefiou a equipe de pesquisadores. "Mas o que vimos foi muito mais impressionante. Em apenas três dias, houve de 20% a 25% de redução no número de inchaços", explicou. Ele disse que ainda é necessário mais pesquisa para saber se os efeitos podem ser repetidos em seres humanos com desordem degenerativa no cérebro, para a qual não há cura. Estima-se que de 2% a 5% das pessoas com mais de 65 anos e até 20% das que tem mais de 85 anos sofram do mal de Alzheimer. Ainda não se sabe a causa da doença, embora pessoas com Alzheimer tenham um nível maior da glicoproteína abeta, que poderia ser a responsável pelos danos a células nervosas. Ratos que tinham níveis maiores de abeta receberam anti-corpos. A equipe monitorou a melhora em poucos dias. |
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