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China 'censura' site de notícias do Google, diz ONG | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A China foi acusada pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteira de bloquear o acesso ao website de notícias Google News. Segundo a ONG, o site, escrito em inglês, não está disponível há dez dias. O objetivo seria forçar os internautas a acessar uma versão em chinês que "filtraria" certas informações. Acredita-se que a China censure a internet mais do que qualquer outro país no mundo. Polícia Uma polícia cibernética monitora websites e e-mails e controla a conexão com a internet global. Portais chineses populares, como Sina.com e Sohu.com, observam de perto o conteúdo e apagam comentários políticos considerados sensíveis. Os 110 mil internet cafés no país precisam usar um software que controla o acesso a determinados websites considerados prejudiciais ou subversivos. O Google News apura informações de cerca de 4,5 mil fontes de notícias. As manchetes são selecionadas automaticamente, sem nenhuma intervenção editorial. São 15 versões do serviço, incluindo uma para a China e outra para Hong Kong. A versão chinesa foi lançada em setembro. De acordo com a Repórteres Sem Fronteira, o Google concordou em não incluir informações de fontes críticas ao governo chinês. Contactada pela reportagem, a empresa informou não estar disponível para comentários. |
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