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Provedores de e-mail adotam regras contra o spam | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O combate ao spam entra em nova fase com a decisão dos grandes provedores de e-mail de impor novas condições para quem enviar grandes quantidades de correspondência eletrônica. A partir de outubro, AOL, Yahoo, Hotmail, Earthlink e Comscast vão pôr em prática essas determinações técnicas que vão permitir determinar que os e-mails partem mesmo da origem alegada. Isso vai permitir identificar golpistas que se passam por bancos e domínios da internet que emitem grandes quantidades de junk mail. As cinco empresas vão usar sistemas chamados Sender Policy Framework (SPF) e Sender–ID para rastrear as mensagens. O fim do spam Falsificar a origem das mensagens se tornou comum entre gangues que enviam e-mails como se fossem bancos ou companhias financeiras. Geralmente, eles pedem que as vítimas respondam escrevendo o número de suas contas e a senha e depois desviam o dinheiro. Com o novo sistema, as mensagens que não puderem ser identificadas não vão ser enviadas. Dave Anderson, chefe-executivo da empresa SendMail acredita que o sistema “anula efetivamente o mecanismo que eles estavam usando”. “Na verdade, cerca de 90% dos spams nunca vêm do mesmo endereço mais de uma vez.” “Até o fim do ano, esperamos que metade dos e-mails enviados dos Estados Unidos vão possuir alguma forma de identificação.” “A quantidade de spams recebida por usuários deve diminuir drasticamente, se não acabar totalmente.” |
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