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Aids ameaça futuro de emergentes da Ásia, diz Annan | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, fez um alerta para os efeitos que a rápida difusão do vírus HIV pode ter sobre as economias dos países emergentes da Ásia. “Nas últimas décadas, mais gente escapou da pobreza nesta região do que em qualquer outra parte do mundo, mas estes ganhos podem ser perdidos”, disse Annan em Bangcoc, onde começa neste domingo a 15ª Conferência Internacional sobre a Aids. Segundo ele, a questão da Aids encontra-se em um momento decisivo nos países do Leste Asiático. “A forma como vocês vão enfrentar este desafio vai ter um impacto no próprio futuro da região”, afirmou Annan. Pandemia As declarações coincidem com apelos feitos por especialistas no sentido de que testes de Aids sejam oferecidos de forma mais ampla nos países em desenvolvimento. As taxas de infecção na Ásia ainda são muito inferiores aos da África Sub-Sahariana, mas as enormes populações de países como a Índia e a China implicam que mesmo taxas de infecção baixas representem um grande número de pessoas doentes. E especialistas têm avisado que, a menos que mais seja feito para frear o avanço da doença, a Ásia pode ser palco de uma pandemia ainda mais grave que a da África. No sábado, o primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, já havia feito um alerta a respeito da difusão do vírus HIV na sociedade chinesa, em declarações consideradas pouco usuais. |
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