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Atualizado às: 25 de junho, 2004 - 07h25 GMT (04h25 Brasília)
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Teste de vacina anti-Sars dá certo em macacos
Sars
Cientistas já testaram três vacinas contra o vírus da Sars
Cientistas americanos anunciaram que uma versão da vacina da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave) funcionou com sucesso ao ser testada em macacos. A vacina foi desenvolvida na forma de um spray nasal.

Essa é a terceira vacina contra a doença criada pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos.

As anteriores precisavam ser aplicadas sob a pele e em duas doses para funcionar e só haviam sido testadas em ratos.

A nova vacina nasal funciona com apenas uma dose e é aplicada diretamente nas vias respiratórias, segundo informações da publicação científica The Lancet.

Humanos

Os cientistas esperam que uma vacina nasal similar possa ser desenvolvida para humanos.

Assim como as duas anteriores, a nova vacina usa um pequeno pedaço do DNA do vírus para estimular o sistema imunológico do corpo a preparar uma resposta de proteção.

O pedaço de DNA é colocado em uma versão enfraquecida de um vírus que causa doenças respiratórias em humanos, como a pneumonia. Esse vírus então leva o DNA do vírus da Sars diretamente para as vias respiratórias.

Testes em macacos mostraram que a vacina consegue dar proteção contra a Sars sem causar infecção.

"O estudo mostrou que aplicar a vacina diretamente nas vias respiratórias pode realmente proteger os primatas da Sars", disse o cientista Brian Murphy. "Com mais pesquisas, pretendemos desenvolver uma vacina semelhante que possa ser usada para imunizar rapidamente pessoas infectadas e médicos, ajudando-os a controlar uma possível epidemia."

Segundo Murphy, no formato atual, a vacina seria mais efetiva em crianças, porque a maioria dos adultos já têm imunidade contra os vírus mais comuns que causam a pneumonia.

"Em um longo prazo, pretendemos achar um vírus respiratório enfraquecido a que todas as pessoas sejam suscetíveis", disse ele.

"Esse é um grande avanço contra a Sars, mas só poderemos julgá-lo quando testes em humanos forem feitos", disse Maria Zambon, da Agência de Proteção à Saúde.

A pneumonia atípica matou cerca de 800 pessoas em 2003, principalmente na Ásia, em uma epidemia que começou na China.

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