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Atualizado às: 16 de junho, 2004 - 15h27 GMT (12h27 Brasília)
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Empresas analisam vírus de PC que pode afetar celular
Vírus no celular
A palavra 'Caribe' aparece no visor do celular
O primeiro vírus de computador propagado por telefones celulares foi enviado para firmas de segurança para avaliação.

Nenhuma infecção foi registrada até agora, e o vírus é considerado inofensivo, mas é uma prova de que telefones celulares estão na mira de "criadores" de vírus.

O vírus, conhecido como Cabir, infecta telefones e aparelhos que funcionam com o sistema operacional Symbian.

Empresas de segurança estão divididas sobre a possibilidade de novos vírus serem espalhados da mesma maneira.

Caribe

"Este é um marco na história de vírus de computador, mas tecnicamente não é tão especial", disse Graham Cluley, consultor de tecnologia na empresa Sophos.

Quando o arquivo infectado é recebido pelo celular, a tela do aparelho mostra a palavra "Caribe".

Todas as vezes que o celular é ligado, o vírus é ativado automaticamente, procura por outros celulares que possam ser infectados e se auto-envia para esses aparelhos.

No entanto, segundo Cluley, usuários de celulares não precisam se preocupar.

Provas

Como o vírus precisa da tecnologia Bluetooth para se propagar, ele só consegue agir em celulares que tenham a tecnologia habilitada e que estejam em um raio de 30 metros.

Ainda assim, o usuário do celular precisa aceitar receber o arquivo infectado, que não vem de fonte conhecida.

A empresa de segurança F-Secure está entre as várias companhias que receberam o vírus e acredita que veio de um grupo chamado 29a.

A criação do vírus Rugrat é atribuída ao mesmo grupo.

"Esse grupo não tem a intenção de criar vírus malignos", diz Matt Piercy, gerente da F-Secure. "O que pode acontecer é que o código deles caia na mão de outros, que podem ter más intenções."

Um vírus maligno poderia apagar os contatos da agenda do celular, além de mandar mensagens como se fosse o dono do aparelho.

"As pessoas precisam levar esse assunto a sério e cuidar de seus celulares da mesma maneira que cuidam de seus computadores", disse Piercy.

Mas nem todas as empresas de segurança acreditam que vírus de celulares podem se espalhar com rapidez em um futuro próximo.

"Nós descobrimos um vírus feito para computadores de mão há quatro anos, e nenhum outro apareceu depois disso", disse Cluley.

Segundo ele, a meta dos criadores continua sendo a propagação de vírus por computador.

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