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China investiga quatro novos casos suspeitos de Sars | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O Ministério da Saúde da China está investigando pelo menos quatro novos casos suspeitos da pneumonia atípica conhecida como Sars (sigla em inglês de Síndrome Respiratória Aguda Grave). Outras 500 pessoas já foram colocadas em quarentena. Segundo oficiais do país, todos os novos casos têm relação com uma mulher que trabalhou em um laboratório de pesquisa da Sars em Pequim. O laboratório, no Centro de Controle de Doenças, foi isolado, de acordo com o Ministério da Saúde da China, e seus funcionários foram colocados em quarentena. Após o reaparecimento da doença, a China informou que está examinando milhares de passageiros em estações de trem e aeroportos. Novos casos Desde o ressurgimento da Sars, duas pessoas já foram confirmadas com a doença. Uma estudante de 26 anos, que trabalhava no Centro de Controle de Doenças, está sendo examinada para verificar se possui o vírus. A mãe da estudante morreu na última segunda-feira. O outro caso confirmado é de uma enfermeira que cuidou da estudante. A Organização Mundial de Saúde (OMS) disse que a China pediu ajuda para identificar como o vírus pode ter reaparecido. "Dois ou três especialistas vão a Pequim para ajudar a China a descobrir até que ponto esse laboratório foi responsável pelos novos casos da doença", disse o porta-voz da OMS em Pequim, Bob Dietz. Febre Segundo um correspondente da BBC na China, uma das preocupações é que, depois de contrair o vírus, a estudante fez várias viagens de trem entre a capital e a província de Anhui, no centro do país, e pode ter contaminado um grande número de pessoas. Funcionários da área de saúde estão em estações ferroviárias e aeroportos na China medindo a temperatura dos passageiros, numa tentativa de impedir a possível transmissão da doença. A febre é um dos sintomas da Sars. A Sars apareceu pela primeira vez na China em novembro de 2002, e o governo chinês foi muito criticado por ter demorado para conter o avanço da doença. Outros países na Ásia – a região mais atingida no ano passado pela doença, que matou cerca de 800 pessoas em todo o mundo – também estão em alerta. |
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