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Cientistas relacionam gordura à pressão alta em grávidas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Produtos químicos em tecido adiposo podem causar pré-eclâmpsia em algumas mulheres grávidas, de acordo com um estudo publicado nos Estados Unidos. Os pesquisadores estudaram mais de mil mulheres grávidas. Cerca de 6% delas desenvolveram pré-eclâmpsia. A pré-eclâmpsia faz com que a pressão sangüínea tenha um grande aumento, colocando a mãe e o bebê em risco. Os cientistas descobriram uma relação direta entre o peso da mulher antes da gravidez e os riscos de desenvolver pré-eclâmpsia. Peso Mulheres que eram obesas antes de ficarem grávidas têm três vezes mais chances de desenvolver pré-eclâmpsia, comparadas com aquelas de peso normal. Na mesma comparação, as abaixo do peso têm metade das chances de sofrer problemas. Os cientistas, baseados no Instituto de Pesquisas Magee, em Pittsburgh, disseram que isso indica que a gordura corporal desempenha um papel na determinação de quem está sob risco. Eles afirmam que são necessários novos estudos, mas sugeriram que produtos químicos produzidos pelo tecido adiposo podem ser os responsáveis. Falando no encontro anual da Sociedade Americana para Ciências Nutricionais, em Washington, eles disseram que a descoberta pode levar a novos tratamentos para proteger contra a pré-eclâmpsia. Mike Rich, da organização Ação contra a Pré-Eclâmpsia, disse que mulheres que estão planejando engravidar podem tomar medidas para reduzir as chances de desenvolver o problema. "As mulheres têm que assegurar que comparecerão a todos os exames pré-natais para monitorar a pressão sangüínea e fazer testes de urina", disse. |
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