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Descoberta pode abrir caminho para tratar infertilidade | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cientistas afirmam que podem ter entendido mal uma das regras básicas da biologia humana, despertando a esperança de que possa haver novos progressos na área de fertilidade. Durante décadas, os pesquisadores pensaram que todas as mulheres nasciam com um determinado número de óvulos e que esses óvulos acabavam depois de anos, levando à menopausa. Mas testes em ratos de laboratório sugerem que isso pode não acontecer. Os pesquisadores descobriram que as fêmeas produzem óvulos depois que nascem. Em artigo na revista Nature, os pesquisadores disseram que se o mesmo ocorrer com seres humanos, poderá haver "implicações clínicas significativas". Dogma O estudo pode causar uma reviravolta em conceitos científicos básicos. Em 1921, cientistas propuseram uma "doutrina biológica básica", que dizia que as fêmeas de várias espécies nascem com um número determinado de óvulos e não podem produzir mais nenhum durante a vida. Em 1950, isso já havia se tornado um dogma. Acreditava-se que apenas algumas espécies, tais como a mosca da fruta, estariam fora dessa regra. Mas pesquisadores da Faculdade de Medicina de Harvard, dos Estados Unidos, dizem que o mundo científico pode ter que repensar suas teorias. Se a nova descoberta se confirmar em seres humanos, ela pode abrir novos caminhos para o tratamento de infertilidade e menopausa. |
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