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Ativistas pedem 'ação imediata' na Amazônia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Grupos ambientalistas estão pedindo uma "ação imediata" para reduzir o desmatamento da Floresta Amazônica depois que o governo brasileiro anunciou que cerca de 23,7 mil quilômetros quadrados da mata foram devastados em 2003. A taxa de destruição não é tão alta quanto a apresentada em meados dos anos 90, mas está sendo criticada por cientistas que temem que o desflorestamento afete o clima global, além de ameaçar cerca de 30% das espécies de animais e plantas do planeta. "Os números são muito altos, e a tendência é que permaneça assim, a menos que se tomem medidas drásticas", disse Rosa Maria Lemos de Sá, superintendente de conservação da WWF no Brasil. Roberto Smeraldi, diretor da organização Friends of the Earth no país, acredita que a devastação poderia ter sido ainda maior se os fazendeiros tivessem obtido mais créditos no ano passado. "Foi graças ao cenário econômico adverso que o desflorestamento não foi ainda maior em 2003", afirmou. Contido A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, disse que o aumento da taxa de desmatamento está sendo contida. "O maior problema é que esse ainda é um número muito preocupante", afirmou. No mês passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou planos para conter a destruição da mata, em meio a críticas de que o governo não soube agir nesse sentido. Lula prometeu o monitoramento por satélite e uma ação conjunta de todos os ministros. |
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