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ONU defende medidas de longo alcance contra gripe do frango | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Especialistas da área de saúde da ONU, reunidos em Roma, defenderam nesta quinta-feira uma estratégia de longo alcance para combater o surto de gripe do frango no Sudeste Asiático. As medidas, que devem ser adotadas em massa, incluem o abatimento das aves infectadas, a vacinação das que não foram atingidas e o isolamento de supostos casos da doença. O diretor-geral da FAO (agência de Agricultura e Alimentação da ONU), Jacques Diouf, afirmou que o surto ainda não foi controlado. No entanto, de acordo com Diouf, a vacinação pode reduzir o risco de que o vírus se espalhe. Até agora, 16 pessoas morreram na Ásia depois de contraírem a infecção, e aproximadamente 50 milhões de aves foram mortas em esforços para conter a doença. Lentidão Durante o encontro em Roma, alguns participantes afirmaram que os países atingidos demoraram para notificar os seus vizinhos quando a gripe do frango foi detectada. Os esforços para acabar com a propagação do vírus entre as aves não tiveram sucesso até agora. Há receios de que as mutações do vírus possam torná-lo muito mais contagioso para os humanos – ou permitir a transmissão de humanos para humanos. Tailândia, Vietnã, Indonésia, Paquistão, China e Taiwan já adotaram o abatimento de aves infectadas como primeira medida preventiva. A FAO anunciou um pacote de ajuda de emergência de mais US$ 1,5 milhão para ajudar Camboja, Laos, Vietnã e Paquistão a reforçar os seus sistemas de vigilância e controle da doença. |
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