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Hubble obtém a imagem mais distante do universo
O telescópio espacial Hubble conseguiu a imagem mais longínqua do cosmos até hoje, detectando as mais jovens e distantes galáxias que já foram vistas. O resultado foi obtido depois que astrônomos passaram 80 dias observando uma única parte do céu. As imagens alcançam a "idade das trevas" do universo, segundo os cientistas, antes da formação das estrelas. Essas imagens deverão vir a domínio público em fevereiro. Elas vão proporcionar uma maior compreensão do cosmos e devem ser um dos destaques científicos da década. Intrigante Steve Beckwith, diretor do Instituto de Telescópios Científicos Espaciais dos Estados Unidos, disse à BBC que "vimos coisas que são mais incríveis do que qualquer um já tenha visto". A proposta da observação prolongada era criar um "buraco" no espaço, formando um caminho que poderia ser usado por outros telescópios para captar detalhes de objetos que o Hubble tenha sinalizado. Para atingir essas profundezas do espaço, o Hubble vem usando o que muitos consideram o seu recurso mais impressionante, a Câmera Avançada para Pesquisas.
O resultado, segundo Beckwith, é "simplesmente lindo, rico, com coisas muito intrigantes". Longe do limite Ele diz, no entanto, que escolher para qual lugar direcionar o telescópio não foi tarefa fácil. "Queríamos um campo livre de outros objetos como estrelas brilhantes e raios-X para podermos ter uma visão clara das bordas do universo." O local deveria ser observável dos dois hemisférios e fácil de ser visto pelo Alma, um conjunto de telescópios em construção no Chile. Beckwith julga que as novas imagens são muito mais bonitas do que as obtidas anteriormente. "A câmera é muito melhor. Existem galáxias que prendem o olhar. E nós ainda não chegamos no limite do que a Hubble pode fazer." |
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