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OMS critica plano chinês de matar animais por SARS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) criticou planos da China de sacrificar 10 mil gatos-de-algália para tentar impedir a propagação do letal vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS, na sigla em inglês). A notícia é divulgada num momento em que a organização confirma o primeiro caso de SARS na China em seis meses. Pesquisadores em Hong Kong encontraram uma ligação entre o tipo de vírus que infectou o paciente e um similar encontrado em gatos-de-algália na China. Mas a OMS afirmou que o sacrifício de animais pode trazer riscos à saúde pública e destruir provas científicas. Até sábado Autoridades na província chinesa de Guandong dizem que esperam matar os gatos-de-algália até sábado. Mas a OMS afirmou que a iniciativa é radical e que o novo caso de SARS é isolado, não existindo uma situação de emergência de saúde pública. Cientistas de Hong Kong e da província de Guangdong encontraram pessoas e animais carregando o mesmo tipo de vírus na China. Guangdong foi o primeiro lugar a registrar casos da Sars, antes de ela se espalhar por 30 países, infectando 8 mil pessoas e matando pelo menos 900 desde o início do ano passado. Estudos realizados em um mercado de rua em Guangdong, onde se acredita que a doença tenha se originado, indicaram que ela pode ter sido transmitida de uma espécie a outra. Os vírus existiriam em animais de pequeno porte – como o furão, o gato-de-algália e outras espécies de roedores – que os chineses comem. |
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