|
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Cingapura confirma volta da Sars ao país
O Hospital Geral de Cingapura confirmou nesta terça-feira as suspeitas de que um dos seus pacientes está com o vírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês). O homem é o primeiro registro de um caso da pneumonia atípica no país em cinco meses. Em todo o mundo, a Sars – que teria sido originada na China – matou mais de 800 pessoas até ser considerada controlada em julho. Só Cingapura registrou 33 mortes em decorrência do vírus, além de 328 infectados. Medidas duras Mais testes de laboratório estão sendo realizados fora de Cingapura para confimar de maneira irrefutável que o homem foi de fato contaminado pelo vírus da Sars, de acordo com a agência de notícias francesa AFP. O medo da epidemia forçou o governo a tomar medidas duras, entre elas, o confinamento forçado de suspeitos de contaminação. Pouco antes do novo caso ser anunciado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta de que a doença poderia voltar. "Ninguém pode prever o que vai acontecer no fim deste ano", disse o diretor-geral da OMS, Lee Jong-wook. "Temos de nos preparar para a hipótese de que ela (a Sars) vai voltar." Um porta-voz da OMS disse que a doença, que teria passado de outros animais para os seres humanos, confirmou a hipótese. "Acreditamos que ela esteja à espreita na população animal do sul da China", afirmou Cordingley à agência de notícias Reuters. Um porta-voz da OMS disse nesta terça-feira, em entrevista à agência de notícias Reuters, que o caso de Cingapura não representa uma ameaça de saúde pública. "Do ponto de vista da saúde pública, este caso não parece ser uma emergência. Nós temos uma definição rígida para a Sars e essa pessoa não se encaixa (nessa definição)", afirmou. |
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||