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Militares detêm polícias suspeitos de banditismo | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Na Guiné-Bissau, o Estado Maior General das Forças Armadas (EMGFA) apresentou publicamente esta quarta-feira, quatro agentes da Policia de Segurança Interna, acusados de pertencerem a um grupo de indivíduos que se dedicava a assaltos a mão armada na capital guineense. Segundo Samuel Fernandes, porta-voz do Estado Maior General das Forças Armadas, os referidos agentes foram surpreendidos por uma patrulha militar, desfardados, a consumir drogas e na posse de armas de fogo. Bissau tem sido confrontada nos últimos meses com o agravamento de situações de assaltos a mão armada em que as vítimas para além de serem roubadas são espancadas. Polícias que viram assaltantes à noite, homens fardados que espancam e prendem com e sem autorização das chefias militar é o panorama que caracteriza a Guiné nos últimos tempos.
Preocupação E Samuel Fernandes diz que o EMGFA está preocupado. “De facto tem sido a preocupação do Estado Maior General das Forças Armadas, porque recebemos muitas queixas de pessoas que andam a fazer assaltos à mão armada a residências e a pessoas. Na sequência disso foi realizada um patrulhamento entre elementos das forças armadas e das forças de segurança que resultou na detenção no dia 11 destes agents de Segurança Interna. Foram surpreendidos a consumir drogas, “liamba”, e certamente que depois sairiam para operacionalizar os seus objectivos que é de assaltar pessoas e bens", explicou o major Samuel Fernandes. O porta-voz do EMGFA adiantou que os detidos confessaram as suas acções, e que foi confirmado pelo chefe directo destes agents que os mesmos sairam do Ministério do Interior sem autorização deixando as suas fardas no Ministério para se dedicarem a essas acções.
Samuel Fernandes ainda referiu que o caso está entregue ao Tribunal Regional militar para efeitos de julgamento. A denúncia deste caso ocorre no dia em que as autoridades nortenhas de Cacheu denunciaram ter surpreendido um grupo de indivíduos a deitar explosivos na ponte Amilcar Cabral, em João Landim, não se sabe para que fim. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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